Política CDS-PP diz que há sentimento "cada vez mais generalizado" de crescimento económico

CDS-PP diz que há sentimento "cada vez mais generalizado" de crescimento económico

O CDS-PP defendeu esta terça-feira que as previsões do Banco de Portugal são sinais que dão "coerência" e "consistência" à ideia que a economia portuguesa está "perante um novo ciclo", existindo um sentimento "cada vez mais generalizado" de crescimento.
CDS-PP diz que há sentimento "cada vez mais generalizado" de crescimento económico
Lusa 10 de dezembro de 2013 às 17:27

De acordo com o Boletim Económico de Inverno, hoje divulgado, o banco central voltou a melhorar as previsões económicas para este ano, esperando agora uma recessão de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), acima das perspectivas do Governo, que calcula uma contracção de 1,8%.

 

"Estes dados, por mais uma instituição que é o Banco de Portugal, confirmam não só que os dados quase duplicam no crescimento económico de Portugal, de 0,3 para 0,8, estão em linha com aquilo que são as previsões do Governo e dão que há uma coerência e uma sustentabilidade à ideia de que a economia portuguesa está a crescer", afirmou o deputado do CDS-PP Hélder Amaral.

 

"Se olharmos, por outro lado, para os dados da recessão, os dados do Banco de Portugal confirmam também que há uma coerência e uma sustentabilidade de que a economia portuguesa já está a crescer e estamos perante um novo ciclo", acrescentou.

 

Hélder Amaral afirmou que, não só "as exportações continuam a crescer", como Portugal está a "ganhar quota de mercado à Espanha, à Itália e à Irlanda", gerando "cada vez mais postos de trabalho cá dentro".

 

"São ainda sinais ténues, mas são sinais evidentes, dão coerência, consistência. Há um sentimento que é cada vez mais generalizado de que a economia portuguesa está, de facto, a crescer", declarou.

 

"Acredito que nas empresas, nos trabalhadores, nos empresários, em quem tem mérito, nomeadamente nas exportações, começam a sentir e a perceber que há aqui uma esperança e uma janela de oportunidade e isso é visível nos dados e, ainda que modo ténue, na vida dos portugueses", considerou.

 

Para 2014, o Banco de Portugal espera que Portugal regresse a terreno positivo, antecipando um crescimento de 0,8%, uma previsão que coincide com a do Governo e com a da ´troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu).

 

O Banco de Portugal estima também uma redução de 2,9% do emprego em 2013, uma tendência que deverá desacelerar em 2014, e calcula uma redução acumulada do emprego de 8% desde 2011 até 2015.




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