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CDS: "Vai ser mais complicado chegar ao objectivo dos 5,9%"

O deputado do CDS-PP Adolfo Mesquita Nunes considerou hoje que os dados do INE indicam que "vai ser mais complicado chegar ao objectivo dos 5,9%" de défice este ano.

Lusa 30 de Setembro de 2011 às 14:49
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Em declarações aos jornalistas, no Parlamento, Adolfo Mesquita Nunes acrescentou, contudo, que "não há como não cumprir" o objectivo de redução do défice e que "este vai ser cumprido" pelo Governo PSD/CDS-PP, apesar do "desvio" encontrado.

O deputado do CDS-PP responsabilizou sobretudo o anterior executivo do PS por esse "desvio", afirmando: "A execução orçamental que os socialistas nos deixaram de herança é desastrosa".

Adolfo Mesquita Nunes fez estas declarações em reacção aos dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, segundo os quais o défice orçamental atingiu os 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro semestre deste ano.

"O objectivo de 5,9% é um objectivo que não está na lista dos objectivos que possam ser não cumpridos. E, portanto, o CDS está convicto de que o Governo vai ultrapassar também este desvio que foi encontrado", afirmou.

O deputado do CDS-PP referiu que "o Governo sempre disse quando assumiu funções que estava disposto a atingir o objectivo de 5,9 independentemente desvios que fossem sendo encontrados ao longo do caminho".

"Aliás, para isso mesmo tomou medidas extraordinárias e que foram para além daquilo que constava do memorando de entendimento com as instituições internacionais -- e que o PS afirmou serem perfeitamente desnecessárias. Que elas eram necessárias está hoje à vista de todos", defendeu.

Quanto ao contributo da Madeira para os dados hoje divulgados pelo INE, o deputado do CDS-PP sustentou que "é de apenas um quarto" e que "os outros três quartos são da interna responsabilidade do Governo socialista".

"Este um quarto é uma situação preocupante, de crise, insustentável, como temos dito. Cabe agora aos madeirenses nas próximas eleições regionais julgarem o passado e atestarem o seu futuro", concluiu.





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