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Costa: falta de apoio à fiscalização do OE 2012 foi "momento capital" para o PS

Têm sido "vários" os "sinais equívocos" que o PS tem passado para a opinião pública, que prejudicam a alternativa de governação oferecida pelos socialistas, acusa António Costa. O pior de todos foi logo em 2012.

Bruno Simão/Negócios
Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 09 de Setembro de 2014 às 22:48
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António Costa acusou Seguro de ter mostrado, logo em 2012, que não iria ser alternativa ao Governo quando decidiu não apoiar os deputados que pediram a fiscalização sucessiva do Orçamento do Estado para 2012. "Quando o OE 2012 se apresenta para além da troika e introduz cortes no vencimento, o PS não se devia ter abstido".

 

Mas "a direcção do PS fez mais do que se abster: quando um conjunto de deputados do PS recorreu para o Tribunal Constitucional não foi acompanhado pela direcção do PS, e teve de ir pedir ajuda aos deputados de outras bancadas", acusou António Costa. "Esse foi um momento capital que comprometeu a clareza da alternativa do PS", sustentou o autarca de Lisboa.

 

Para António Costa, a "razão principal pela qual o PS foi penalizado foi porque ao longo destes três anos não conseguiu afirmar um discurso alternativo, procurou distinguir-se pelo ritmo e pela dose. Disse ‘quero mais tempo’ e ‘meia-dose’. O que os portugueses pedem é outro caminho. O PS foi somando sinais equívocos", acusou António Costa.

 

 

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