Política Distrital do PSD/Porto demite-se e marca eleições para 23 de Julho

Distrital do PSD/Porto demite-se e marca eleições para 23 de Julho

Os órgãos distritais do Porto do Partido Social Democrata decidiram demitir-se, convocando novas eleições para 23 de Julho, refere um comunicado da distrital.
Distrital do PSD/Porto demite-se e marca eleições para 23 de Julho
Lusa 20 de junho de 2016 às 22:57

"Os órgãos distritais decidiram demitir-se e convocarem eleições para o dia 23 de Julho, de acordo com os prazos estatutários", indica um comunicado difundido esta segunda-feira, assinado pelo presidente da mesa da assembleia distrital do PSD, Sérgio Humberto, pelo presidente da comissão política da distrital, Virgílio Macedo, e pelo presidente do conselho de jurisdição distrital, Adriano Rafael Moreira. O comunicado foi enviado durante a assembleia distrital dos sociais-democratas do Porto, que ainda decorria às 10:30.

 

A distrital considera ser "do interesse" do PSD que, em Setembro, "exista em funções uma Comissão Política Distrital com mandato que garanta a cobertura integral do calendário autárquico de 2017".

 

Informa ter tido conhecimento, por parte da Comissão Coordenadora Nacional do Processo Autárquico, que o cronograma das Eleições Autárquicas de 2017 prevê a aprovação de candidaturas por parte da Comissão Política Nacional a partir do início do quarto trimestre do corrente ano.

 

"De acordo com os Estatutos, as candidaturas a serem enviadas para homologação por parte da Comissão Politica Nacional carecem de aprovação prévia por parte da Comissão Política Distrital, o que poderá ocorrer durante o mês de Setembro", assinala.

 

Nas últimas semanas foi divulgada uma carta assinada por vários militantes do PSD que pediam a antecipação das eleições da comissão política distrital liderada por Virgílio Ferreira.

 

"O que nós fizemos com essa carta foi chamar a atenção de que o ano de 2017 é muito importante e seria importante que a comissão política tivesse um mandato devidamente legitimado, uma vez que Virgílio Macedo, em termos estatutários, não terá a possibilidade de se recandidatar", explicou no início de Junho António Tavares, provedor da Santa Casa da Misericórdia e um dos subscritores.

 

Também o líder da concelhia do PSD do Porto, Miguel Seabra, disse então ter a "garantia pessoal" do presidente da distrital de que iria fazer a marcação das eleições "durante o corrente ano".

 




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