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“Fizemos o que era necessário para salvar o País de um colapso económico e social”

Passos Coelho apresentou a extensão de maturidades da dívida e a redução de juros como uma grande vitória para o País, que permitirá poupar 54,5 mil milhões de euros ao longo de 30 anos.

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Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 18 de Julho de 2013 às 16:04
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“Fizemos o que era necessário para salvar o País de um colapso económico e social de consequências devastadoras”, garantiu o primeiro-ministro, dando como exemplo as renegociações que foi fazendo na Europa, que apenas foram possíveis pela “credibilidade do seu rumo político e pelo empenho dos Portugueses”. “Baixámos os juros, que são agora os mais baixos da nossa história democrática, e estendemos os prazos de pagamento”, declarou.

 

Essa negociação “representa uma poupança acumulada para os próximos 30 anos de 54,5 mil milhões de euros”. Um número respeitável que levou o primeiro-ministro a repetir o valor da poupança. “Isto quer dizer que Portugal, nos próximos cinco anos, reduz as suas necessidades (brutas) de financiamento em 18,1 mil milhões de euros (10% do PIB), o que contribui para poupanças orçamentais acumuladas de 5,4 mil milhões de euros. Entre 2013 e 2017 pouparemos em média todos os anos 1,1 mil milhões de euros”.

 

Com estes resultados, Passos considera que defendeu os interesses do País. “Estes números falam por si. Vencem todas as dúvidas que a oposição irresponsavelmente alimenta. Quem poderá negar ou até diminuir estes resultados? Quem poderá negar ou até diminuir o que isto significa em termos da protecção dos portugueses e do Estado social?”, questionou.

 

O primeiro-ministro deixou ainda um alerta ao perigo que representa o rasgar do memorando pedido pela esquerda. “Quando se apela a não pagar as dívidas e a rasgar o memorando de entendimento, faz-se uma falsa e sinistra promessa de libertação, porque sugere a remoção de um fardo apenas para o substituir por um outro infinitamente mais pesado”, avisou Pedro Passos Coelho.

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