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Francisco Assis: “Chegamos a este congresso unidos, temos condições para sair entusiasmados”

Deputado que disputou a liderança do partido com Seguro elogiou a actuação do líder do partido e o contributo de António Costa para a afirmação do partido.

Sérgio Lemos/Correio da Manhã
Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 27 de Abril de 2013 às 19:59
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“O PS não pode ser um partido de azedumes. Tem que ser um partido de proposta, da transformação, capaz de conciliar”, pediu Francisco Assis, que logo depois se dirigiu a António José Seguro: “estou certo que estão agora criadas todas as condições para que isso venha a suceder”. “Ao longo destes dois anos nem sempre estivemos de acordo, muitas vezes no futuro estaremos em desacordo, não pensamos de forma exactamente idêntica”, mas “nestes dois anos trabalhamos juntos com uma única preocupação: afirmar o PS em Portugal”.

 

Também houve palavras elogiosas para António Costa. “Quero aqui elogiar também o António Costa que, numa determinada circunstância, ponderou ser candidato ao PS. É um dos grandes nomes”, destacou. “Teve a lucidez de dizer ‘eu não me vou candidatar, mas eu também estou aqui neste consenso a contribuir para a afirmação do PS”. Com esta declaração, Assis conseguiu levantar os militantes, que gritaram “PS, PS” de punhos fechados. “Chegamos a este congresso unidos, temos condições para sair deste congresso entusiasmados”, afirmou ainda.

 

Também houve críticas para o PSD. “Nós não recebemos lições de ninguém em matéria de modernização do Estado Social. Onde estava esta direita quando Correia de Campos fazia grandes reformas na saúde para a tornar sustentável?”, questionou. É precisamente nos cortes no Estado Social que está “uma fronteira que nos afasta da actual direita. O Estado Social promove a igualdade, é a forma contemporânea de afirmação dos grandes valores”, destacou.

 

Francisco Assis acusou a direita de nunca ter estado “do lado certo, do rigor e realismo. Esteve sempre ao lado de reacções corporativas”. “Não podemos aceitar como verdadeira a destruição da história que a direita tenta impor hoje em Portugal. Esse é o primeiro combate. Não é apenas um combate de memória, é um combate pelo futuro”, destacou. O deputado disse estar “convencido de uma coisa: ninguém está em tão boas condições como nós, os socialistas, para enfrentarmos as dificuldades e trazer de novo a esperança”.

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