Política Geringonça ficará na história da democracia "pela estabilidade e resultados"

Geringonça ficará na história da democracia "pela estabilidade e resultados"

O presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa do PS defendeu hoje que a solução política da atual legislatura ficará na história "pela estabilidade e resultados", considerando que os socialistas se apresentam nas próximas eleições "de cabeça levantada".
Geringonça ficará na história da democracia "pela estabilidade e resultados"
Bruno Simão/Negócios
Lusa 20 de julho de 2019 às 12:12

"Em 2015, tivemos a capacidade de abrir um espaço de diálogo distinto com a restante esquerda parlamentar e a coragem de implementar uma solução política que ficará na história da democracia portuguesa pela estabilidade e pelos resultados", afirmou Duarte Cordeiro, que é também secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, na abertura da Convenção Nacional do PS, que hoje debate e aprova o programa eleitoral do partido.

 

Duarte Cordeiro considerou que "o partido se apresenta hoje perante os portugueses de cabeça levantada".

 

"Podemos olhá-los olhos nos olhos e dizer ‘cumprimos’ nos três principais desígnios: mais crescimento, melhor emprego, mais igualdade", afirmou.

 

No entanto, o presidente da FAUL considerou que estes resultados "não podem permitir ignorar os problemas reais e concretos dos portugueses na sua relação com os serviços públicos".

 

"Somos o partido melhor preparado para responder aos desafios do futuro e continuar a melhorar a vida dos portugueses", defendeu.

 

Marcos Sá, diretor do gabinete de estudos da FAUL, salientou a forma em rede como foi construído o programa do PS e anunciou que as suas principais ideias estarão disponíveis em ‘braille’, em língua gestual, e nas línguas nativas das principais comunidades estrangeiras que viveram em Portugal.

 

Marcos Sá evocou ainda o percurso do secretário-geral do PS, António Costa, na Câmara Municipal de Lisboa, lembrando que em 2007 ganhou a autarquia em minoria, mas em 2009 e 2013 "ganhou folgadamente, para não dizer outra coisa", ou seja, por maioria absoluta.

 

"A procura do consenso faz parte do seu ADN, em 2015 a história repetiu-se, conseguiu negociar e ter apoios inéditos", realçou, considerando que nas legislativas de 06 de outubro "só há um caminho a percorrer".

 




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