Política Já há seis candidatos ao lugar de Rajoy no PP

Já há seis candidatos ao lugar de Rajoy no PP

Após a queda do Governo e a renúncia de Mariano Rajoy, o líder do Partido Popular está por escolher. As eleições são a 5 de Julho. A campanha eleitoral começa esta quarta-feira.
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Negócios 19 de junho de 2018 às 12:09
A corrida à sucessão de Mariano Rajoy já começou. Há seis candidatos até ao momento: a secretária-geral do PP e ex-ministra da Defesa, María Dolores de Cospedal, a ex-vice-presidente do Governo e deputada por Madrid, Soraya Sáenz de Santamaría, o vice-secretário, Pablo Casado, o ex-ministro dos Assuntos Externos, José Manuel García Margallo, o deputado José Ramón García Hernández e o ex-líder da Nuevas Generaciones (juventude do PP), José Luis Bayo, avança o El País

A campanha eleitoral começa esta quarta-feira, data em que termina o prazo para a apresentação de candidaturas, e culminará numa votação dupla a 5 de Julho. A votação será em duplicado porque os militantes do Partido Popular (PP) terão de escolher os candidatos que chegarão ao Congresso de 20 e 21 de Julho em Madrid. Mas também terão de escolher os delegados que vão decidir o vencedor no Congresso extraordinário. 
Do lote de candidatos destacam-se María Dolores de Cospedal e Soraya Sáenz de Santamaría, duas políticas que estiveram perto de Mariano Rajoy durante os seus mandatos. Ambas anunciaram as suas candidaturas nas redes sociais esta terça-feira com poucas horas de diferença. Fontes do El País referem que Cospedal tem sido mais activa na agregação de apoios.

Anteriormente, o presidente da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, era dado como o favorito, mas decidiu abandonar a corrida.

A ex-presidente do Congresso, Ana Pastor, é outra das apontadas para a corrida, mas ainda não se sabe se avançará. 

Quando anunciou a sua saída de cena, há cerca de duas semanas, Rajoy disse não ter "nem sucessores nem delfins". "Não podia fazer distinção entre uns e outros porque todos trabalharam comigo", disse, assinalando que "não podia distinguir ninguém porque seria cometer uma enorme injustiça com todos os demais e não estou disposto a fazê-lo".

O ex-primeiro-ministro salientou que, "em Setembro, com a nova temporada política, o PP tem de estar perfeitamente organizado".



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