Política Jardim diz ser necessário "uma revolução no país"

Jardim diz ser necessário "uma revolução no país"

O líder do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, defendeu hoje ser necessária uma revolução no país para garantir que todas as conquistas do 25 de Abril não se percam por "imposição do capitalismo estrangeiro".
Jardim diz ser necessário "uma revolução no país"
Lusa 20 de setembro de 2013 às 22:25

"Não tenho intenções de parar. É preciso revolucionarmos este país (...), é preciso uma revolução para que todas as conquistas do 25 de Abril não sejam perdidas por imposição do capitalismo estrangeiro", disse Jardim num comício no Funchal que contou com a presença dos cabeças de lista do partido de todos os concelhos, exceptuando o da ilha do Porto Santo.

 

O comício teve lugar na Praça do Mar, na marginal da capital madeirense, inundada de bandeiras laranjas e repleta de pessoas oriundas dos diferentes concelhos, diante das quais o líder social-democrata madeirense defendeu ser "preciso continuar na luta para que a Madeira tenha mais autonomia".

 

"Faremos a revolução que for necessária para que nós madeirenses não voltemos para trás, para que nós madeirenses continuemos a combater aqueles que não nos querem dar os direitos que são nossos ", sustentou.

 

Jardim considerou que nestas eleições autárquicas na Madeira a luta "não é o PSD contra os partidecos", argumentando: "É o PSD contra as famílias do antigamente (...) que querem deitar abaixo e voltar à Madeira antiga porque estão convencidos que neste momento de crise eles podem voltar a dominar o povo".

 

O líder insular criticou também "os partidos ao serviço de Lisboa que não querem mais autonomia". E concluiu: "Vamos continuar a sonhar (...), é preciso não desistir (...), vamos sonhar e vamos fazer mais Madeira livre".

 

Os vários candidatos do PSD-M discursaram antes de Jardim apelando ao voto, com destaque para o cabeça de lista no concelho de Câmara de Lobos que ironizando com o seu nome disse: "É preciso marcar a diferença, este Pedro Coelho não tem nada a ver com o Pedro Passos Coelho do Terreiro do Paço".

 

Depois do discurso actuou o cantor Tony Carreira.




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