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Jerónimo de Sousa diz que saída da troika deixa um “rasto de empobrecimento”

Secretário-geral do PCP critica o novo aumento de impostos. Diz que os sacrifícios que eram temporários passaram a “definitivos”

Correio da Manhã
Negócios com Lusa 04 de Maio de 2014 às 15:08
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O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje que a saída limpa do programa de assistência deixa “um rasto de empobrecimento”, apelando ao voto nas europeias para mostrar que "a troika não manda" em Portugal.

 

“Esta saída limpa da ‘troika’ deixa um rasto de empobrecimento no país. Foram três anos com a maior carga de impostos do Portugal democrático e a dívida aumentou 50 mil milhões de euros”, disse, durante uma arruada em Alcochete, Setúbal.

 

Jerónimo de Sousa reafirmou que o Governo, após dizer que vai acabar o “pacto de agressão”, veio apresentar um novo aumento de impostos, no IVA e TSU, mas que acabou por baixar os impostos nas empresas “com a ajuda do PS”.

 

“Diziam há três anos que os sacrifícios eram temporários, mas agora anunciaram que este roubo é definitivo. Nós não aceitamos a ideia que a 'troika' manda em Portugal”, defendeu.

 

O secretário-geral do PCP afirmou que as eleições europeias, agendadas para 25 de Maio, são uma boa oportunidade para afirmar que quem manda no país são os portugueses.

 

“A maior resposta que podemos dar é dizer que os portugueses é que mandam. É também uma oportunidade de dar mais um empurrão no Governo e acreditar que é preciso uma vida melhor, que só é possível com uma política diferente”, frisou.

 

Jerónimo de Sousa defendeu que é importante que estejam no parlamento europeu pessoas que “não apoiem a ‘troika’ estrangeira”, apelando ao voto e criticando quem pretende “desvalorizar a importância das eleições europeias”.

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