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Magalhães diz que remodelação de gabinete teve "custo minúsculo"

O antigo secretário de Estado da Justiça garante que optou "sempre pelo 'low cost' e nunca pela incultura" na remodelação ao gabinete que ocupou enquanto esteve no Governo. "O custo foi minúsculo e para os incrédulos sugiro que comparem despesas de remodelação dos gabinetes dos dois secretários de Estado", escreve na sua página do Facebook.

Magalhães diz que remodelação de gabinete teve "custo minúsculo"
Negócios negocios@negocios.pt 16 de Janeiro de 2012 às 09:13
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José Magalhães garante que a opção decorativa que adoptou quando remodelou o gabinete que ocupou enquanto foi secretário de Estado da Justiça procurou aludir ao heterónimo de Fernando Pessoa, "Ricardo Reis e à herança cultural da antiguidade clássica".

Em reacção à notícia publicada na sexta-feira, no "Correio da Manhã", o antigo governante garante que na redecoração, cujo resultado final pode ser visto aqui (http://photosynth.net/view.aspx?cid=b6f7f299-bc2e-4f4b-8958-5741c0b99890) a 360º, optou "sempre pelo 'low cost', mas nunca pela incultura". Magalhães assegura que "o custo foi minúsculo e para os incrédulos sugiro que comparem despesas de remodelação dos gabinetes dos dois secretários de Estado".

Sobre as opções decorativas, o antigo secretário de Estado de José Sócrates diz que "tinha uma foto do Terreiro do Paço ao longo da parede, reflectindo num espelho (forma elementar de ampliar uma salinha minúscula, mas com vista esplendorosa). Uma foto obviamente suspeita. Como podem mentes incultas gerir com eficiência", ironizou. Magalhães não faz qualquer alusão às referências maçónicas que, segundo o "Correio da Manhã", também foram tidas em conta na remodelação do gabinete.

De acordo com o "Correio da Manhã", a renovação do gabinete do antigo secretário de Estado da Justiça custou mais de 62 mil euros. "A remodelação do espaço de trabalho do ex-governante, segundo os dados a que o 'CM' teve acesso, não foi barata: de uma despesa total superior a 62 mil euros, quase metade, no valor correspondente a mais de 26 400 euros, diz respeito a gastos com a aquisição de sofás, cadeirões, secretárias, candeeiros e carpetes. E um conjunto de computadores portáteis, televisor LCD e telefones portáteis atingiu a quantia de 16.500 euros", revela o jornal.
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