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Marcelo Rebelo de Sousa deseja "as maiores felicidades" a António Costa

O candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa desejou hoje "as maiores felicidades" ao primeiro-ministro indigitado, António Costa, considerando que "é bom que corra bem este Governo, para que corra bem a Portugal".

Lusa 24 de Novembro de 2015 às 20:34
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Em declarações aos jornalistas, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde dá aulas, Marcelo Rebelo de Sousa começou por "dirigir uma palavra ao primeiro-ministro cessante, Pedro Passos Coelho", por ter governado Portugal "num período muito difícil da vida do país".

 

"Depois, quero deixar uma segunda palavra dirigida ao primeiro-ministro, António Costa, que foi meu aluno nesta mesma faculdade, já lá vão muitos anos, e desejar-lhe as maiores felicidades. As suas felicidades serão felicidades de Portugal", acrescentou.

 

"Agora, é mãos à obra. Passou muito tempo. É preciso um Governo que governe, é preciso um Orçamento que seja preparado e aprovado depois no parlamento", defendeu o antigo presidente do PSD.

 

Marcelo Rebelo de Sousa não fez comentários sobre a formação do novo Governo do PS, e não quis também comentar como poderá ser o seu relacionamento com o primeiro-ministro António Costa, caso seja eleito Presidente da República.

 

"Há que dirigir uma palavra a quem está a cessar funções, porque foi um período muito difícil da vida do país, e há que desejar muitas felicidades a quem vai começar, porque o país precisa das felicidades, e é bom que corra bem este Governo, para que corra bem a Portugal", reiterou.

 

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, indicou hoje o secretário-geral do PS, António Costa, para o cargo de primeiro-ministro, depois de na segunda-feira lhe ter pedido esclarecimentos por escrito sobre questões como moções de confiança, os compromissos europeus e a estabilidade do sistema financeiro.

 

Esta decisão foi comunicada através de uma nota, na qual se lê que a manutenção em funções do Governo PSD/CDS-PP "não corresponderia ao interesse nacional" e que "o Presidente da República tomou devida nota da resposta do secretário-geral do PS às dúvidas suscitadas pelos documentos" que os socialistas assinaram com BE, PCP e PEV para a formação de um executivo com o apoio parlamentar destes partidos.

 

"Assim, o Presidente da República decidiu, ouvidos os partidos políticos com representação parlamentar, indicar o doutor António Costa para primeiro-ministro", refere a mesma nota.

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