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Miguel Relvas: "Não estamos disponíveis para ceder a ultimatos do Governo"

O PSD acusou o Governo de falhar na execução orçamental e de, agora, querer responsabilizar os outros pelo "actual estado de coisas".

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 15 de Março de 2011 às 18:40
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O partido social-democrata reagiu hoje mais uma vez ao discurso proferido ontem por José Sócrates, onde o primeiro-ministro acusou a oposição de querer uma crise política mas não ter coragem de o dizer.

"Quem quiser provocar uma crise política é livre de o fazer. Uma crise neste momento enfraqueceria o nosso país e impediria que Portugal se afirmasse como um País capaz de resolver os seus problemas sem recorrer à ajuda externa", afirmou ontem o primeiro-ministro.

O secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, afirmou esta tarde que o partido social- democrata não está disponível "para ceder a ultimatos do Governo". "Não pretenda o Governo responsabilizar outros pelo actual estado de coisas", disse Miguel Relvas no final da reunião da Comissão Política do PSD.

"A Comissão Política do PSD quer deixar bem claro que o país não pode ser submetido a este tipo de chantagem políticas", acrescentou o secretário-geral do PSD.

Miguel Relvas voltou a pedir ao Governo que assuma que "falhou na execução orçamental" e reiterou que o PSD não apoiará as medidas de austeridades apresentadas pelo Governo na passada sexta-feira.

"Não estamos disponíveis para aprovar medidas injustas", garantiu Miguel Relvas.

Relvas classificou as medidas de austeridade como "inaceitáveis" e "injustas" e de terem sido feitas nas "costas dos cidadãos".

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