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Ministro-adjunto apela a que vontade do Norte resulte das vontades dos vários nortes

O ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, apelou esta quarta-feira para que a "vontade do Norte resulte do que são as vontades dos vários nortes".

Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 14 de Junho de 2017 às 22:05
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Numa comunicação na Casa da Música, onde considerou que, passados 40 anos, "todos reconhecem que o poder local é uma das histórias de sucesso na democracia", o ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, disse ter-se apercebido – nas várias comunicações a que assistiu –de "uma compreensível inquietude sobre quais as prioridades do Portugal 2020 na afectação dos recursos".

 

"O nosso desafio é preparar o pós-2020", salientou Eduardo Cabrita, que, perante uma plateia de gestores e autarcas, quis alargar a toda a região Norte a capacidade de argumentação em diálogo com o Estado.

 

"É fundamental que a definição daquilo que é a vontade do Norte resulte no que são as vontades dos vários nortes, do Norte minhoto, do Norte transmontano, do Norte duriense e também, naturalmente, do Norte metropolitano", sublinhou no final das comemorações do 25.º aniversário da Área Metropolitana do Porto (AMP).

 

E prosseguiu: "só a expressão dessa vontade, com legitimidade própria, dos vários nortes impedirá aquilo que é o mais fácil, o conflito assente na ausência de transparência na decisão, na ausência de estudo atempado, na ausência de legitimidade democrática que legitima sempre que o centro assista e decida".

 

Sobre a data em comemoração, o ministro afirmou que "a partir desta história de 25 anos se constroem os caminhos de futuro", elogiando o actual e anteriores presidentes da AMP pela ajuda dada a apreciar esta região e pelo contributo para uma identidade própria e para a busca da resolução de problemas que são comuns.

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