Política Nova equipa da IFD já tem luz verde do Banco de Portugal

Nova equipa da IFD já tem luz verde do Banco de Portugal

A equipa nomeada por Manuel Caldeira Cabral já recebeu a luz verde do Banco de Portugal para liderar o Banco de Fomento nos próximos dois anos.
Nova equipa da IFD já tem luz verde do Banco de Portugal
Tiago Varzim 31 de agosto de 2018 às 16:31
A nova equipa de gestão e de auditoria da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD) já recebeu a luz verde do Banco de Portugal, anunciou o Ministério da Economia em comunicado esta sexta-feira, dia 31 de Agosto. O mandato anterior com a liderança de Alberto Castro tinha terminado em Janeiro deste ano.

A autorização do Banco de Portugal chegou há uma semana, a 24 de Agosto, e era um requisito obrigatório uma vez que a IFD é uma sociedade financeira. A instituição liderada por Carlos Costa deu "autorização para o exercício de funções aos membros dos órgãos sociais" da IFD para o mandato de 2018 a 2020. 

O Ministério da Economia, liderado por Manuel Caldeira Cabral, nomeou para o novo conselho de administração do "banco promocional português" o professor da Porto Business School, Nuno Sousa Pereira. O vice-presidente e presidente da comissão executiva continuará a ser Henrique Cruz. O resto do elenco é composto por Maria Eduarda Vicente, Frederico Serras Gago, Jorge Barbosa Farinha, Filipe Cartaxo e Ana Beatriz de Freitas. 

A IFD, também conhecida por Banco de Fomento, foi criada em 2014. É uma sociedade financeira pública que conta com o Estado como accionista único. O objectivo da sua acção é "direccionar recursos financeiros públicos, preferencialmente alavancados por cofinanciamento privado, para que pequenas e médias empresas (PME) e small e mid caps capitalizem os balanços e financiem os investimentos". O foco são os sectores de bens ou serviços transaccionáveis.

A sua actividade, no entanto, tem tido obstáculos ao ver membros da direcção demitirem-se no ano passado, mas também quanto ao cumprimento da sua missão. Em Junho, em entrevista ao Negócios, o presidente da CIP, António Saraiva, acusava a IFD de não funcionar.



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