Política Passos Coelho convoca Comissão Permanente do PSD

Passos Coelho convoca Comissão Permanente do PSD

Os ministros foram chamados este domingo para reunir de emergência. Mas Passos Coelho não chamou apenas os ministros, convocou também a Comissão Permanente do PSD. A imprensa noticia que o ambiente dentro do Governo está difícil e que Passos Coelho poderá mesmo reunir-se ainda hoje com Cavaco Silva.
Passos Coelho convoca Comissão Permanente do PSD
Negócios 12 de maio de 2013 às 16:10

O “Sol” e o “Expresso” noticiam este domingo que o primeiro-ministro convocou a Comissão Permanente do PSD para uma reunião esta tarde. O “Expresso” adianta que em causa estará a gestão de problemas que possam surgir da “alta tensão” no Governo.

 

O “Sol” diz que várias fontes admitem que o Governo pode estar por um fio e que o clima dentro do Executivo voltou a deteriorar-se.

 

Em causa está a necessidade de fechar a sétima avaliação do programa de ajustamento português, sendo que algumas medidas sobre os cortes necessários até 2015 não estão a conseguir consenso no Executivo

 

A conclusão da sétima avaliação ficou suspensa depois do Tribunal Constitucional ter chumbado algumas medidas que estavam incluídas no Orçamento do Estado para 2013, como o corte dos subsídios aos funcionários públicos e reformados, e que no total criam um "buraco" de cerca de 1.300 euros nas contas públicas.

 

Passos Coelho já anunciou um conjunto de medidas para colmatar este valor e que passa por cortes de despesa nos Ministérios, aumento da idade de reforma a partir da qual se tem acesso à reforma a 100%, redução de funcionários públicos e aumento de horas de trabalho para a função pública.

 

Uma das medidas anunciadas por Passos Coelho, mereceu o “chumbo” de Paulo Portas. Em causa está o eventual contribuição sobre as reformas, que caso não seja implementada implica um "buraco" de 436 milhões de euros em 2014 e 2015. Terão de se encontrar poupanças noutras áreas para se compensar a falta dessa receita.

 

Os cortes que terão de ser realizados, e que constam na tabela em abaixo, constam numa carta enviada pelo primeiro-ministro à troika, divulgada pelo "Diário de Notícias". O quadro em questão costuma ser incluído no Documento de Estratégia Orçamental (DEO), mas que este ano não foi incorporado. 

 




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