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Passos reconhece “problemas” e não deixa cair a remodelação apresentada a Cavaco Silva

No Governo e na maioria, garante Passos Coelho, “ninguém assobia para o lado”. Os problemas existem mas não têm impedido o Executivo de apresentar resultados. Primeiro-ministro defende a remodelação proposta a Cavaco Silva.

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Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 18 de Julho de 2013 às 17:12
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“Neste Governo e nesta maioria, ninguém faz de conta e ninguém assobia para o lado”, assegurou esta tarde, no debate da moção de censura, Pedro Passos Coelho. “Tivemos e temos os nossos problemas”, reconheceu.

 

Porém, esses problemas “nunca nos impediram de fechar todas as avaliações com a troika”, nem de “cumprir com os compromissos externos do pais, de entregar os resultados necessários para que os portugueses tenham alguma confiança” num futuro distinto daquele “que lhe destinaram em 2011”, com o pedido de resgate à troika.

 

Mais à frente, Passos Coelho haveria de sublinhar, depois de interpelado pelo deputado João Oliveira, do PCP, que o “Governo está na plenitude dos seus poderes, não há ninguém no Governo que não esteja em plenitude de funções”. O que foi transmitido ao Presidente da República foi “um reforço da coligação”.

 

Explicando que não faz “remodelações em praça pública”, Passos lembra que propôs “ao senhor Presidente da República que o doutor Paulo Portas ocupasse o lugar de vice-primeiro-ministro na estrutura do Governo”.

 

E é isso “que concretizarei, assim que o senhor Presidente da República entender que o esforço que convidou os 3 partidos a realizarem, para alcançarem um compromisso mais largo, possa ter encontrado uma solução positiva”. O primeiro-ministro dá assim a entender que a proposta de remodelação não está posta de parte, e será novamente colocada a Cavaco Silva após as negociações.

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