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Patrões admitem aumentar salário mínimo até ao limite da inflação

Hoje há mais uma reunião da comissão permanente da Concertação social. O salário Mínimo Nacional é um dos pontos em discussão. Os sindicatos querem o cumprimento do acordo. Os patrões não querem aumentar acima da inflação.

Negócios negocios@negocios.pt 02 de Dezembro de 2010 às 08:51
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Os patrões admitem aumentar o salário mínimo, mas não ao nível que foi acordado em 2006 e que levaria o salário mínimo aos 500 euros em 2011.

Hoje, na reunião da Comissão Permanente da Concertação Social, o tema vai estar novamente em cima da mesa.

As centrais sindicais, como a UGT e CGTP, não cedem na necessidade de o salário mínimo passar dos 475 euros para os 500 euros. No entato, os patrões querem limitar essa subida.

O "Público" fala de uma disponibilidade, por parte dos patrões, de aumentarem o salário mínimo em 1,7%, ou seja, para 483 euros. Já o "Diário de Notícias" diz que a CIP e a Confederação do Comércio e serviços admitem uma subida máxima de 10 euros, ou seja, de 2,1%, perto da inflação esperada (2,2%).

António Saraiva, presidente da CIP, defendeu ao "Público" e ao "Diário de Notícias" a reformulação do acordo de 2006 "dando-lhe um horizonte temporal maior, entre 2011 e 2016". A CIP, para 2011, admite apenas um aumento ao nível da inflação, mas que não vá além dos oito euros.

João Vieira Lopes, da CCP, diz que o objectivo dos 500 euros não é realista.A reunião da Concertação Social terá início às 15 horas.

Segundo o "Diário de Notícias" são cerca de um milhão os trabalhadores que recebem o salário mínimo.

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