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Paulo Rangel admite abandonar Parlamento Europeu

O cenário é hipotético depende de uma vitória do PSD nas legislativas e de um eventual convite para integrar o Governo , mas Paulo Rangel, que encabeçou a lista vencedora às europeias há pouco mais de uma semana, já admitiu regressar a Portugal.

António Larguesa alarguesa@negocios.pt 18 de Junho de 2009 às 09:00
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O cenário é hipotético – depende de uma vitória do PSD nas legislativas e de um eventual convite para integrar o Governo –, mas Paulo Rangel, que encabeçou a lista vencedora às europeias há pouco mais de uma semana, já admitiu regressar a Portugal.

Questionado ontem à noite num programa da SIC Notícias sobre a possibilidade de abandonar o Parlamento Europeu caso fosse convidado para integrar o Governo, Rangel não deixou margem para dúvidas: ““Não afasto [a possibilidade], não me custa nada dizer que não afasto”.

Para o ainda líder parlamentar do PSD, essa era uma questão que “teria de ponderar depois na altura”. “Numa mudança radical de cenário [político em Portugal], não posso dizer que não pondero essa situação”, sublinhou no mesmo programa da SIC Notícias.

Numa entrevista ao JN durante a campanha eleitoral que culminou com a vitória laranja no primeiro acto eleitoral do ano, quando questionado sobre se tencionava cumprir o mandato em Estrasburgo, Rangel deu uma resposta clara: “Não tenho mais nenhum plano senão esse”.

Também o secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, tinha garantido a 20 de Abril que os candidatos social-democratas ao Parlamento Europeu iriam cumprir o mandato e não fariam parte das listas do partido às autárquicas e legislativas.

“Não haverá quem quer que seja que se candidate a mais do que uma coisa, nem haverá candidatos falsos ou candidatas falsas. Não haverá essas duplicidades de situações da parte do PSD. Isso nem se coloca", elucidou então Marques Guedes.

Ainda durante a campanha, a eurodeputada socialista Ana Gomes chegou a desafiar publicamente Paulo Rangel para que o cabeça-de-lista do PSD “esclarecesse os portugueses se tem o propósito de cumprir integralmente o mandato” no Parlamento Europeu e garantisse que “não aceitará qualquer outro cargo para que eventualmente seja desafiado pelo seu partido”.

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