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PSD, Passos e optimistas recuperam em Fevereiro

PS continua à frente do PSD nas intenções de voto, mas face à última sondagem da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã, o partido liderado por Passos Coelho recupera terreno, enquanto todos os restantes partidos cedem.

Estado contribui para a campanha eleitoral com 7,6 milhões de euros
Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2013 às 07:55
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O PSD conseguiria 29,1% dos votos dos portugueses se as eleições fossem hoje, de acordo com a sondagem. Este valor é superior aos 26,3% registados em Janeiro (ver tabelas em baixo).

 

E o partido liderado por Passos Coelho é o único que consegue melhorar face ao mês passado. O PS passa de 32,9% para 32%, o CDS de 10,3% para 8,7%, a CDU de 11,8% para 11,5% e o BE de 7,4% para 6,3%.

 

De acordo com a mesma fonte, a abstenção também aumentaria de 43%, em Janeiro, para 46,2%, em Fevereiro. A percentagem de votos em branco ou nulo também cresceria para 10,3%.

 

A maioria dos inquiritos na sondagem considera que o Governo está a governar "pior" do que o esperado. São 67% dos inquiridos a ter esta opiniãi contra 5,30% que pensa que está a fazer melhor e 26,9% que considera que está a governar tal como se esperava.

 

A avaliação de Cavaco Silva não fica melhor. 61,3% dos inquiridos considera que o Presidente da República tem actuado "mal", contra 24,2% que considera que tem estado "bem" e 10,8% cuja avaliação da sua actuação é "assim-assim".

 

Quanto aos líderes dos dois maiores partidos, os inquiridos dizem confiar mais em António José Seguro do que em Passos Coelho para primeiro-ministro, mas a diferença é diminuta - 31,6% contra 31,4%. Sendo que os números apontam para que o líder do PS tenha perdido alguma força face à sondagem realizada em Janeiro, altura em que conseguiu que 34,1% dos inquiridos demonstrasse confiança. 31,6% dos inquiridos diz que não confia em nenhum dos dois para liderar o país.

 
Ficha técnica destinada a publicação e elaborada de acordo com um modelo proposto à ERC para a imprensa
Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 602 entrevistas efectivas: 281 a homens e 321 a mulheres; 149 no interior, 252 no litoral norte e 201 no litoral centro sul; 150 em aldeias, 213 em vilas e 239 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 5 a 8 de Fevereiro de 2013, com uma taxa de resposta de 80,7%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 602 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

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