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Queiroz Pereira: "Sócrates só mostrou interesse no desenvolvimento do país"

Os contactos do empresário com José Sócrates resultaram num investimento de 600 milhões de euros na nova fábrica de papel de Setúbal, criada em 2009.

Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 10 de Dezembro de 2014 às 19:16
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O dono da Portucel deixou elogios a José Sócrates na comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES. Negando que José Honório fosse um "facilitador político", como sugerido pelo deputado comunista Miguel Tiago, Pedro Queiroz Pereira acrescentou que ele resolvia aspectos no contacto com os políticos porque as pessoas tinham por ele "consideração" devido ao trabalho desenvolvido.

 

"Por exemplo, nos contactos que tive com o engenheiro Sócrates, resultaram num investimento de 600 milhões de euros em Setúbal", contou Queiroz Pereira aos deputados esta quarta-feira, 10 de Dezembro. Se não fosse esse contacto, em vez de Setúbal, essa fábrica de papel estaria na Alemanha. A fábrica de papel foi criada em 2009. 

 

"Pese embora José Sócrates seja muito atacado, tudo o que tratei com José Sócrates, só mostrou interesse no desenvolvimento do país", defendeu o empresário que detém a cimenteira Secil e a papeleira Portucel.

 

"Pode haver é outras coisas", acrescentou ainda Queiroz Pereira.

 

José Sócrates, primeiro-ministro de Portugal entre 2005 e 2011, encontra-se detido por suspeitas de crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção. 

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