Política Santos Silva insiste que "seria absurdo" interpretação literal da lei das incompatibilidades  

Santos Silva insiste que "seria absurdo" interpretação literal da lei das incompatibilidades  

"Seria absurdo, insisto, fazer uma interpretação literal da lei", reiterou Santos Silva, na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.
Santos Silva insiste que "seria absurdo" interpretação literal da lei das incompatibilidades   
Lusa
Lusa 01 de agosto de 2019 às 15:22

O ministro dos Negócios Estrangeiros insistiu hoje que "seria absurdo" fazer uma interpretação literal da lei das incompatibilidades e esclareceu que quando defendeu esta posição, na quarta-feira, falava também em nome do primeiro-ministro.

 

"Seria absurdo, insisto, fazer uma interpretação literal da lei", reiterou Santos Silva, na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.

 

Confrontado com o facto de António Costa ainda não ter comentado os casos recentemente tornados públicos sobre o facto de empresas de familiares de membros do Governo terem relações contratuais com o Estado, o ministro dos Negócios Estrangeiros sublinhou que o primeiro-ministro "já se pronunciou através de comunicado do seu gabinete".

 

Além disso, "quando não tem agenda pública, como aconteceu ontem [quarta-feira] e hoje, eu falo também em nome dele", acrescentou Augusto Santos Silva.

 

Questionado sobre os prazos a emissão do parecer solicitado na terça-feira pelo primeiro-ministro ao conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República, o governante remeteu o assunto para aquele órgão.

 

O primeiro-ministro solicitou na terça-feira ao Conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República um parecer para o "completo esclarecimento" sobre os impedimentos de empresas em que familiares de titulares de cargos políticos tenham participação superior a 10% do capital.

 




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