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Seguro avisa que reforma do IRC não é um sinal de novos acordos com o Governo

Seguro não revela se está disponível para outros acordos com o Governo. Avisa que "a parte não pode ser confundida com o todo" referindo-se ao acordo para a reforma do IRC. A divergência com o executivo de Passos Coelho é grande, diz.

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Filipa Lino flino@negocios.pt 19 de Dezembro de 2013 às 14:36
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António José Seguro garante que o PS manterá uma "atitude responsável e construtiva" mas avisou que o acordo alcançado para a reforma do IRC "não pode ser confundido com o todo". 

 

"Nesta parte foi possível chegar a um compromisso. Isso é uma boa notícia para as empresas portuguesas, é uma prenda de Natal para os trabalhadores portugueses", disse o secretário-geral do PS, sublinhando no entanto que "isso não significa que não existe uma grande divergência quanto à opção fundamental para este País".

 

Seguro afirma que a estratégia do Governo é de empobrecimento. Uma via com a qual não concorda, porque "não produz qualquer ajustamento".

 

Questionado sobre se está disponível para outros acordos com o Governo, caso o Tribunal Constitucional decida chumbar algumas normas do Orçamento do Estado, o líder socialista respondeu que só falará depois de conhecida a decisão dos juízes. 

 

Declarações feitas aos jornalistas depois de uma visita à Associação de Defesa do Consumidor DECO. Seguro diz que depois da reunião ficou ainda mais preocupado com a situação de milhares de portugueses. 

 

"Estamos a viver uma situação de muito dramatismo do ponto de vista social. A classe média do nosso País está a ser completamente dizimada e destruída. Isto não pode continuar assim", referiu. 

 

 

 

 

 

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