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Sondagens colocam Passos Coelho à frente do PSD

Pedro Passos Coelho é o preferido dos portugueses e dos militantes do PSD para conquistar a liderança social-democrata, indicam as sondagens hoje publicadas pela imprensa, no dia em que o partido reúne em congresso extraordinário em Mafra.

António Larguesa alarguesa@negocios.pt 13 de Março de 2010 às 11:53
Pedro Passos Coelho é o preferido dos portugueses e dos militantes do PSD para conquistar a liderança social-democrata, indicam as sondagens hoje publicadas pela imprensa, no dia em que o partido reúne em congresso extraordinário em Mafra.

O estudo da Universidade Católica para a RTP coloca Passos Coelho como o melhor candidato para 27% dos eleitores, uma percentagem que sobe para 35% quando inquiridos os simpatizantes do PSD. Paulo Rangel surge em segundo lugar na lista de preferências de ambos os universos com 22% e 32%, respectivamente.

Quando faltam duas semanas para as eleições directas de 26 de Março, José Pedro Aguiar-Branco parte com maior atraso na corrida à liderança laranja, recolhendo o aval de 7% do eleitorado, acrescentando um ponto percentual no caso da contagem apenas entre aqueles que revelam simpatia política pelo PSD.

A confiar na sondagem, a diferença entre Passos Coelho e Paulo Rangel não é irrecuperável para o eurodeputado, sendo ainda menos expressiva quando analisadas as respostas dos eleitores que dizem votar normalmente no PSD. Um dado importante, já que são os militantes social-democratas que irão escolher o sucessor de Manuela Ferreira Leite.

O estudo de opinião da Católica mostra ainda que na pergunta “qual dos quatro candidatos anunciados à liderança do PSD poderá ser melhor primeiro-ministro”, o ex-líder da JSD volta a pontuar melhor (26%) do que os rivais Rangel (19%) e Aguiar-Branco (7%), acentuando-se, neste particular, a diferença entre os principais candidatos a presidente do partido.

A mesma pergunta dentro do universo de simpatizantes do PSD, indica ainda esta sondagem, coloca Passos Coelho com 32% e Rangel com 30%, mostrando uma vez mais que a diferença entre os dois diminui quando a análise é centrada no tradicional eleitorado social-democrata.

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