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Costa promete "máxima lealdade institucional" a Marcelo

António Costa reagiu na qualidade de chefe de governo e não enquanto secretário-geral do PS. Diz que resultados mostram que as candidaturas populistas e anti-sistema foram rejeitadas pelos portugueses.

Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 24 de Janeiro de 2016 às 23:04
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António Costa foi o último líder partidário a reagir à vitória de Marcelo Rebelo de Sousa, mas fê-lo na qualidade de chefe de governo e não de secretário-geral do PS, para prometer "máxima lealdade institucional e plena cooperação institucional" ao novo Presidente da República, a quem desejou as "maiores felicidades".

Numa curta intervenção, o primeiro-ministro lamentou a elevada abstenção mas saudou os resultados das eleições presidenciais, considerando que mostram que as candidaturas populistas e anti-sistema foram rejeitadas pelos portugueses.

"Quero congratular-me, muito em especial, pelo facto de, ao contrário de outros países europeus, os portugueses terem rejeitado muito claramente as candidaturas populistas e anti-sistema. (...) Só no quadro democrático encontram-se resposta para os anseios e desgostos que temos pela frente e temos de er", afirmou.

António Costa falava em nome do Governo, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, numa reacção oficial (sem direito a perguntas dos jornalistas) ao triunfo logo à primeira volta de Marcelo Rebelo de Sousa nas eleições presidenciais. Presente na sede de Sampaio da Nóvoa, a sua mãe, Maria Antónia Palla, tinha publicamente lamentado a sua ausência.

 

"Ao Presidente da República agora eleito quero reafirmar o compromisso de máxima lealdade e plena cooperação institucional que tive a oportunidade de expressar aquando da tomada de posse do actual Governo", declarou o primeiro-ministro.

 

Na sua declaração, o primeiro-ministro lamentou a elevada taxa de abstenção registada nas eleições presidenciais para logo depois se congratular "pelo facto de, ao contrário do que vem acontecendo em outros países europeus, os portugueses terem rejeitado claramente as candidaturas populistas e que se apresentavam como anti-sistema".

 

Este indicador, de acordo com António Costa, revela "uma saudável confiança de que é no quadro democrático - e só no quadro democrático - que encontramos respostas para as ansiedades, os desgostos e problemas que temos pela frente e que temos (e queremos) todos juntos resolver".



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