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Passos Coelho e Paulo Portas escrevem carta de agradecimento aos portugueses

Os líderes do PSD e do CDS-PP enviaram esta sexta-feira uma carta de "agradecimento" aos portugueses. Reconhecendo o período difícil dos últimos quatro anos, Passos Coelho e Paulo Portas pedem um voto de confiança aos portugueses.

Miguel Baltazar/Negócios
Liliana Borges LilianaBorges@negocios.pt 07 de Agosto de 2015 às 12:36
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A campanha ainda não começou oficialmente, mas já são muitos os cartazes e momentos utilizados pelos candidatos para apelar ao voto nas próximas eleições legislativas, que acontecem no dia 4 de Outubro. Apelando a todos os portugueses, o primeiro-ministro e o vice-primeiro ministro enviam esta sexta-feira, 7 de Julho, uma "mensagem de agradecimento e esperança" aos portugueses, numa carta endereçada aos militantes do PSD e do CDS-PP, enviada por email e a ser partilhada com todos os eleitores.

Os líderes da coligação Portugal à Frente assinam uma carta em que pede aos portugueses uma confiança renovada, começando por apelar a uma avaliação do presente, pensando no futuro e não deixando de relembrar o passado. Sobre o período que querem deixar para trás, os líderes do Governo admitem que Portugal viveu um período difícil e culpam os "erros do Governo que nos antecedeu e que não honrou a confiança dos portugueses".

 

Numa carta redigida na primeira pessoa do plural, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas falam aos portugueses colocando-se ao seu lado e queixam-se de "uma herança pesada" e de uma "conta elevada a ser paga por todos". Os líderes do PSD e do CDS-PP asseguram ainda que não querem voltar ao passado "nem abrir mão da credibilidade que o país tem hoje", garantido que o país já se encontra numa "mudança positiva".

 

Sobre os quatro anos em que estiveram em frente ao Governo, Passos Coelho e Portas dizem ter sido o tempo exigido para fazer "o necessário e possível face à situação de pré-bancarrota que nos [o Governo socialista] deixaram". Dizem ter "corrigido o rumo e entrado no caminho certo".

 

Apelando "com humildade" à "confiança" dos portugueses, os líderes do actual Governo pedem uma "oportunidade de consolidar" um novo ciclo, reforçando que "não é tempo de promessas", um dos slogans da campanha.

 

Sobre a retoma económica escrevem que é "um processo gradual, progressivo e seguro", mas repetem que "Portugal pode mais" e que "já começa a colher os resultados", que são "fruto do esforço de todos e do compromisso com cada português". "Nada está concluído", dizem, "e por isso a caminhada deve seguir", com os portugueses a acompanhar "sempre juntos" a coligação.

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