Eleições Paulo Vistas ganha Oeiras com 33,45% dos votos e Moita Flores melhora resultado do PSD

Paulo Vistas ganha Oeiras com 33,45% dos votos e Moita Flores melhora resultado do PSD

Paulo Vistas já tinha reclamado vitória, mas os dados oficiais só foram divulgados esta segunda-feira. O sucessor de Isaltino Morais venceu a câmara com 33,45% dos votos. O “segundo lugar” foi renhido, mas Moita Flores conseguiu três mandatos, melhorando o resultado obtido pelo PSD nas últimas autárquicas. PS passou para terceiro lugar. A abstenção superou os 50% neste concelho.
Paulo Vistas ganha Oeiras com 33,45% dos votos e Moita Flores melhora resultado do PSD
Correio da Manhã
Sara Antunes 30 de setembro de 2013 às 15:15

Os resultados finais dos votos dos eleitores em Oeiras já foram todos contabilizados e divulgados. Depois de ontem Paulo Vistas, líder do movimento independente Isaltino - Oeiras Mais à Frente, ter declarado vitória nestas eleições autárquicas, hoje os dados oficiais confirmam. Paulo Vista mantém-se presidente do Concelho – lugar que ocupou há cerca de cinco meses após a detenção de Isaltino Morais – depois de ter conquistado 33,45% dos votos. Apesar de ter conseguido o mesmo número de mandatos, o resultado global foi pior do que há quatro anos quando Isaltino Morais se candidatou como independente, tendo conseguido 41,52% dos votos.

 

Moita Flores, que transitou de Santarém para Oeiras, conseguiu 19,15% dos votos, tendo conseguido eleger três vereadores, mas um do que o candidato do PSD em 2009. O PSD passa assim a ser a segunda maior força da Câmara de Oeiras.

 

Já o PS, cujo candidato era Marcos Sá, passou para terceiro lugar, tendo perdido um vereador. O PS conseguiu assim captar 18,34% dos votos, elegendo dois vereadores.

 

A diferença entre o PSD e o PS foi de apenas 557 votos.

 

Já a CDU manteve um vereador, mas conseguiu uma percentagem de votos maior do que há quatro anos, passando de 7,31% para 9,16%.

 

A abstenção no Concelho de Oeiras foi de 53,6%, superior à verificada em 2009 (45,99%).

 

E não foi apenas a abstenção a subir de forma significativa. Os votos nulos passaram de 1,77%, em 2009, para  3,59% e os votos em branco de 2,67% para 5,29%.




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