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Sócrates diz que nunca cometeu o erro de "deixar de agir"

O secretário-geral do PS desafiou a oposição a mostrar obra.

Lusa 30 de Maio de 2011 às 15:33
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José Sócrates afirmou hoje nunca ter cometido o erro de "deixar de agir" ou "o erro de adiar", assegurando ter tomado como primeiro-ministro "medidas muito difíceis", sempre "em nome do interesse nacional".

Num almoço-comício em Almada, o secretário-geral do PS passou em revista a obra feita do Governo para se dirigir aos que se decidam a "criticar tudo e todos": "afinal de contas, o que é que lhes dá autoridade moral para criticarem tudo e todos, que obra já fizeram para poderem afirmar-se melhores do que aqueles que fizeram a obra que fizemos nestes seis anos?".

"Apostámos sempre fazendo reformas, sempre tendo obstáculos e dificuldades, mas nunca desistindo do nosso caminho. A isto chama-se melhorar as coisas, fazer alguma coisa pelo país (...) Quem age, pode vir a cometer erros, mas um erro nunca cometemos: foi o erro de deixar de agir, foi o erro de adiar. Ao longo destes seis anos já tive que tomar muitas medidas, e medidas muito difíceis, medidas que me custaram muito", admitiu.

"Mas sempre fiz aquilo que tinha que fazer, em nome do interesse geral. Nunca deixei de tomar as medidas difíceis que na minha consciência se impunham para defender o meu país", acrescentou.

Sócrates sugeriu que "aqueles que criticam" apresentem "aquilo que já fizeram".

"Aqueles que se dedicam à maledicência, que não hesitam em diminuir o seu país apenas para atacar o Governo, a esses digo-lhes: aqui está o PS para lutar com nobreza, com elevação, com superioridade pelos seus pontos de vista. A mim nunca ninguém me viu dizer mal do país, explorar o pessimismo ou a descrença", enfatizou.

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