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Passos Coelho: "Não me venham falar de Dias Loureiro".  Não "nacionalizámos o BPN"

O líder do PSD criticou hoje a posição do secretário-geral do PS sobre a solução encontrada para o BES, recordando a forma como os socialistas nacionalizaram o BPN e tornaram os portugueses "lesados" nesse processo.

Pedro Passos Coelho é o 3.º Mais Poderoso 2015
Disse “não” a Ricardo Salgado e desencadeou uma ruptura histórica nos poderes do regime. O GES faliu, o BES ficou como “banco mau” e a PT voltou a ser uma pequena empresa de telecomunicações portuguesa agora nas mãos de franceses. Viu um ex-primeiro-ministro ser preso. E as sondagens apontam para o que nem Passo poderia esperar há um ano – a possibilidade de voltar a sair vencedor nas legislativas. A crise grega revelou contudo que o poder de Passos está sistematicamente ameaçado pelas tempestades do euro.
Negócios com Lusa 15 de Setembro de 2015 às 16:32
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"Aqueles que nos criticam hoje foram os mesmos que nacionalizaram o BPN. Não me venham falar de Dias Loureiro, não fui eu neste governo nem o doutor Paulo Portas que nacionalizámos o BPN e que tornámos os portugueses, todos eles, lesados do BPN", disse Pedro Passos Coelho.

 

O presidente social-democrata, que falava durante um almoço com apoiantes da coligação PSD/CDS-PP, no Núcleo Empresarial da Região de Portalegre (NERPOR), criticou ainda a posição de António Costa sobre os lesados do BES.

 

"Ao contrário daquilo que diz o candidato do Partido Socialista, que em Agosto veio falar a propósito dos lesados do BES dizendo "esse é um problema que os tribunais têm que resolver", mal a campanha começou apareceu a dizer que "esse é um problema que o Governo tem que resolver". É o Governo ou os tribunais, doutor António Costa", questionou.

 

Para Pedro Passos Coelho são os tribunais que devem resolver este caso, porque é quem "faz e aplica" a justiça no país.

 

"E aqueles que se sentem injustiçados é na justiça que têm de encontrar a resposta. Mas não é por haver gente que se sente injustiçado que nós vamos injustiçar um país inteiro e pô-lo a pagar os erros daqueles que não tiveram a cabeça onde deviam ter e andaram a impor soluções ineficientes, caras e injustas a todo o país", declarou.

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