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Portas confia que economia portuguesa pode crescer 2 a 3% nos próximos anos

O vice-primeiro ministro e líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou na noite de terça-feira, em Setúbal, que a economia portuguesa pode crescer entre dois a três por cento nos próximos anos, "se houver condições de confiança e estabilidade".

Paulo Duarte
Lusa 23 de Setembro de 2015 às 01:10
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"Se Portugal mantiver condições de confiança e estabilidade, nós consideramos possível, nos próximos quatro anos, que a economia portuguesa cresça entre dois e três por cento, acima do que já está a crescer - 1,5% - e, muito possivelmente, acima da média da União Europeia", disse o líder do CDS-PP e número dois da Coligação Portugal à Frente.

 

O líder do CDS-PP, que falava perante centenas de apoiantes da Coligação Portugal à Frente, no pavilhão do Clube Naval Setubalense, prometeu não falar de António Costa, mas não resistiu a uma comparação entre a atual ministra das Finanças e cabeça de lista da coligação por Setúbal, e o antigo ministro socialista Teixeira dos Santos.

 

"Em quem confiam mais os portugueses para gerir as finanças e as poupanças: na ministra Maria Luís Albuquerque ou no antigo ministro Teixeira dos Santos, o último exemplo socialista no ramo?", questionou.

 

"Faço nova pergunta: em quem confiam mais os portugueses, para ter cuidado com as poupanças e as finanças: em Maria Luís Albuquerque, ou no professore Centeno, que aterrou agora no PS e já arranjou aos socialistas uma aventura de 6 mil milhões de euros na TSU, mais um sarilho de 1.020 milhões de euros nas pensões, corta onde não se pode cortar, poupa no que já está poupado e, claro, dispara o défice e a dívida?", acrescentou Paulo Portas.

 

A terminar a intervenção no jantar-comício de Setúbal, Paulo Portas ainda deixou um apelo a todos os portugueses para que votem na coligação PSD/CDS-PP, com a promessa de um governo credível. "As pessoas sabem que esta coligação dá ao país um governo credível, um projecto estável, uma acção moderada. Os países governam-se ao centro. Com os outros [PS], corremos o risco de voltar a 2011, ficar na instabilidade ou então reféns de acordos frágeis, com partidos que são contra o euro e contra a presença de Portugal na Europa", disse o líder centrista.

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