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CSD-PP diz que abstenção é preocupante mas não retira legitimidade

Porta-voz, Nuno Magalhães, defendeu que actual eleição é uma "reeleição".

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 23 de Janeiro de 2011 às 20:11
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O porta-voz do CDS-PP, Nuno Magalhães, disse hoje que uma abstenção elevada é "sempre preocupante" mas frisou que não retira legitimidade e que se trata "de uma reeleição".

Em declarações aos jornalistas na sede do partido liderado por Paulo Portas, em Lisboa, Nuno Magalhães defendeu que é preciso "contextualizar" a abstenção registada na eleição presidencial e que "é preciso comparar o que é comparável".

Nesse sentido, Nuno Magalhães defendeu que a actual eleição é também "uma reeleição" -referindo-se ao candidato que o partido apoia, Cavaco Silva - lembrando que "na última reeleição, do dr. Jorge Sampaio, a abstenção foi de 50,29%".

"E não foi isso que lhe retirou legitimidade", defendeu o porta-voz dos centristas ao falar da taxa de abstenção mais alta de sempre em eleições presidenciais Magalhães falava na sede do CDS-PP, onde o líder do partido, Paulo Portas, está reunido desde as 19h00 com a comissão directiva dos democratas-cristãos para acompanhar os resultados eleitorais.

Por outro lado, Nuno Magalhães responsabilizou os que "promoveram uma campanha negativa, baseada no insulto" e afirmou que "quem o fez muito contribuiu para alguma tristeza e algum desencanto" de muitos portugueses que ficaram em casa.

De acordo com as projecções avançadas pelas três televisões, a TVI aponta para uma abstenção entre os 49% e os 53%, a RTP entre os 49% e os 54 % e a SIC entre os 47% e os 51,2%.
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