Presidenciais O que fariam os candidatos à presidência em relação ao Orçamento Rectificativo?

O que fariam os candidatos à presidência em relação ao Orçamento Rectificativo?

No último debate televisivo que reuniu nove dos dez candidatos à Presidência da República, o Orçamento Rectificativo esteve num dos primeiros temas em debate. Veja aqui quais foram as respostas dos candidatos a Belém.
O que fariam os candidatos à presidência em relação ao Orçamento Rectificativo?
Miguel Baltazar
Liliana Borges 19 de janeiro de 2016 às 21:33

Nove dos dez candidatos às eleições presidenciais do próximo domingo, dia 24 de Janeiro, estiveram esta terça-feira, 19 de Janeiro, num debate transmitido pela RTP1. Ausente do debate esteve Maria de Belém, que decidiu suspender todas as acções de campanha, em nome da morte do presidente honorário do Partido Socialista, Almeida dos Santos.

Entre os nove candidatos à Presidência da República, veja as respostas em relação à votação do Orçamento Rectificativo.

Marisa Matias: "Quando me estava a referir ao orçamento, que não me passava pela cabeça que seria aprovado, era o Orçamento de 2016. Estou convencida que estamos a viver um ambiente de estabilidade, um novo ciclo político. Uma coisa são os orçamentos de 2016 – 2017 e outra coisa é o orçamento rectificativo de 2015. É bom lembrar às pessoas que esse orçamento tinha um item: o Banif. Tínhamos a primeira oportunidade de bater o pé a Bruxelas. Estive em Bruxelas e garanto-lhe que em nenhum país houve negociações que foram resolvidas como em Portugal, com o dinheiro dos contribuintes. Há um desconhecimento profundo da legislação europeia: só isso justifica que mais ninguém tenha apontado outra solução".

Sampaio da Nóvoa: "Eu não me pronunciarei sobre nenhum documento, nenhuma lei ou qualquer outro tipo de resposta sem o conhecer primeiro. O que direi sempre é que em todos os casos serei um Presidente exigente, que em todas as circunstâncias analisarei os documentos que vierem".

Marcelo Rebelo de Sousa: "Ainda hoje o primeiro-ministro confirmou o cumprimento da défice dos 3%. Estamos a sair de uma crise. A saída não é fácil, nem homogénea. E isso significa a execução do Orçamento."


[Notícia actualizada às 22h00]






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