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Lisboa prepara 200 novas habitações para sem abrigo

Proposta será debatida esta quinta-feira em reunião de câmara e prevê um investimento de 1,3 milhões de euros para expandir o programa “casas Primeiro”, destinado a pessoas que vivem na rua. O objetivo é ter 300 casas entregues até ao final do ano.

Alexandre Azevedo
Filomena Lança filomenalanca@negocios.pt 21 de Maio de 2020 às 00:10
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A Câmara de Lisboa está a preparar um alargamento do programa "Casas Primeiro", destinado a pessoas sem abrigo que vivem na rua. O objetivo é ter mais 200 habitações, de acordo com uma proposta do vereador dos Direitos Sociais, Manuel Grilo.

A proposta, que vai ser levada a reunião de câmara esta quinta-feira, prevê um "investimento de 1.387.000 euros, que se soma ao que já está em fase de execução para 100 habitações, totalizando 2.080.500 euros de investimento em 2020", adianta fonte oficial do gabinete do vereador, eleito pelo Bloco de Esquerda.

Segundo Manuel Grilo, "cumprindo as regras concursais, prevê-se que no segundo semestre de 2020 sejam entregues as restantes casas, totalizando uma resposta de 380 habitações no âmbito do programa".

Além da população de rua, o programa "Casas Primeiro" tem também como alvo as pessoas que hoje em dia vive, nos quatro centros de acolhimento de emergência da autarquia e onde, afirma Manuel Grilo, já quem tenha "caído na rua já por perda de rendimento devido à pandemia."

As pessoas que desta forma obtenham uma habitação são também depois acompanhadas por um técnico social para responder a outros problemas que em regra estão associados à sua condição, seja doença mental, consumos problemáticos ou muito frequentemente a falta de emprego.

Até ao final do ano passado havia cerca de 80 pessoas em respostas habitacionais geridas por organizações sociais neste programa da CML.

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