Saúde Aposentações estão a dificultar atribuição de médicos de família a todos os portugueses

Aposentações estão a dificultar atribuição de médicos de família a todos os portugueses

Ministro da Saúde admite que o acréscimo do número de reformas junto da classe médica está a tornar mais difícil a concretização do objectivo da legislatura: atribuir médico de família a todos os portugueses.
Aposentações estão a dificultar atribuição de médicos de família a todos os portugueses
Marlene Carriço 26 de março de 2014 às 11:43

O “acréscimo de reformas sem paralelo” torna maior “o desafio” de atribuir médico de família a todos os portugueses, admitiu esta quarta-feira, 26 de Março, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, na Comissão paralmentar de Saúde.

 

Ainda assim, o governante mantém a promessa de chegar ao final da legislatura com um médico de família para todos os portugueses. E para que isso seja possível “temos que falar novamente com os sindicatos médicos para conseguirem seguir um maior número de doentes”, revelou o ministro, explicando que “há um conjunto alargado de médicos que não atende 1.900 doentes [como estabelecido no acordo com os médicos em 2012]. “Há localidades em que só abrangendo dois concelhos ou duas localidades distintas é que isso acontece”, referiu.

 

O ministro, que está a ser ouvido na Comissão de Saúde, não explicou porém se pretende aumentar novamente a lista de utentes dos médicos de família.

 

Actualmente há 1,2 milhões de utentes sem médico. A promessa de dar médico a todos tem sido repetida ao longo de anos e anos por vários governantes.




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