Saúde Paulo Macedo: “O Governo tem orgulho de ter salvo o Serviço Nacional de Saúde"

Paulo Macedo: “O Governo tem orgulho de ter salvo o Serviço Nacional de Saúde"

O ministro da Saúde disse esta manhã no Parlamento que o Governo tem orgulho de ter salvo o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e garantiu que o vai deixar mais forte.
Paulo Macedo: “O Governo tem orgulho de ter salvo o Serviço Nacional de Saúde"
Marlene Carriço 22 de janeiro de 2014 às 11:00

O ataque ao ministro Paulo Macedo foi feroz e partiu da deputada Paula Santos, do PCP, com sucessivas críticas à política de saúde adoptada pelo Ministério da Saúde. Mas o governante reagiu, garantindo que o SNS está agora melhor.

 

“O Governo tem orgulho de ter salvo o Serviço Nacional de Saúde. E tem ainda orgulho de ter evitado que o SNS fosse capturado pelos fornecedores e lhe serem suspensos os fornecimentos”, começou por dizer o ministro da Saúde, na Comissão de Saúde onde o governante foi chamado para prestar esclarecimentos sobre a acessibilidade aos cuidados de saúde, na sequência de um requerimento apresentado pelo PCP.

 

Momentos antes a deputada do PCP Paula Santos acusou o Ministério de Paulo Macedo de estar a seguir uma “política de desmantelamento do SNS” que “está a conduzir à morte antecipada dos portugueses”.

 

Paulo Macedo não aceitou as críticas e garantiu que “o Governo quando acabar a legislatura há-de haver um SNS. O Governo vai deixar um SNS mais forte do que aquele que encontrou”.

 

Em relação aos recentes problemas nas urgências, Paulo Macedo disse que o que se assistiu nestas últimas semanas “foi que para além de tempos indesejados para as prioridades mais baixas, todos os vermelhos e laranjas tiveram um atendimento de acordo com o seu grau de prioridade. Portanto o SNS respondeu e respondeu àquilo que era o mais urgente”.

 

Já em relação à “morte antecipada de portugueses”, o ministro disse que é preciso haver “contenção” quando se fala de assuntos relativos à saúde dos portugueses, frisando que “no caso da mortalidade, os dados que a DGS está a publicar mensalmente indicam que a mortalidade em 2013 foi mais baixa do que em 2012”. E também a mortalidade infantil baixou em 2013, de acordo com os dados provisórios.

 

“Este foi um dos inícios de ano com mais aspectos positivos”

Já em resposta à deputada socialista, Luísa Salgueiro, que acusou o ministro de se ter “esquecido das pessoas”, Paulo Macedo aproveitou para elencar as várias notícias positivas do mês, em contraponto aos caos que tem sido noticiado nas urgências do SNS.

 

“Este início de ano foi um dos inícios de ano com mais aspectos positivos que se tentam sempre ignorar. No dia 1 de Janeiro foi concretizado o aumento de capital dos hospitais de 420 milhões de euros. No dia 1 de Janeiro o SNS começou o seu ano com os seus hospitais com uma situação completamente diferente também por termos pago um valor de regularização de dívidas que faz com que o valor seja dos mais baixos dos últimos anos. Generalizou-se o certificado de óbito electrónico e contratámos 1.700 médicos”, discriminou. 




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