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Paulo Macedo: "Este é o orçamento que nenhum ministro gostaria de ter"

O ministro da Saúde lembrou os constrangimentos presentes, dizendo que os cortes serão alcançados sem prejudicar os utentes.

Marlene Carriço marlenecarrico@negocios.pt 15 de Novembro de 2011 às 21:33
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“Este é o orçamento que nenhum ministro gostaria de ter. Não há ministro nenhum que não goste de lançar programas, de anunciar abertura de hospitais… Difícil é ter as necessidades e ter de racionalizar. Este não é o orçamento que eu desejaria”. Foi desta forma que o ministro da Saúde Paulo Macedo começou por responder ao deputado socialista António Serrano. Paulo Macedo lembrou os constrangimentos actuais e disse que não é “ingénuo” ao ponto de pensar que o SNS vai sair “incólume” da austeridade que está a ser exigida, mas acredita que será possível cortar sem afectar o acesso aos cuidados de saúde.

Deu como exemplo a rubrica do medicamento, onde se irá realizar um corte de 200 milhões de euros, uma poupança semelhante à do ano passado. “O difícil é fazer cortes em cima de cortes”, afirmou.

O ministro da Saúde abriu a discussão do orçamento para a saúde abordando os grandes números da saúde dizendo que o défice do próximo ano será de 200 milhões de euros, tal como o Negócios hoje noticiou. “Realista, o Governo apresenta um défice de 200 milhões à partida. Cumprimos a missão de transparência e verdade”.

Por responder ficou a questão colocada pelo ex-ministro da Agricultura sobre a receita que o Governo estima alcançar com o aumento das taxas moderadoras.
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