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Profissionais do SNS faltaram 598 mil dias ao trabalho no mês de maio

A saída do estado de emergência em Portugal devido à pandemia da Covid-19 coincidiu com números históricos de faltas ao trabalho de profissionais de saúde. Doença e proteção da parentalidade foram os motivos mais invocados.

Negócios 23 de Julho de 2020 às 09:44
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A saída do estado de emergência em Portugal devido à pandemia da Covid-19 coincidiu com números históricos de faltas ao trabalho de profissionais do Serviço Nacional de Saúde. Abril e junho apresentaram números acima da média de anos anteriores, pelo menos desde 2014, mas o mês de maio teve um número recorde de dias relativos a ausências ao trabalho de profissionais de saúde: 598.293 dias.

De acordo com a edição do Público desta quinta-feira, este é o maior número de faltas registadas num mês no SNS desde, pelo menos, janeiro de 2014 e os motivos mais apresentados são doença e proteção da parentalidade, com 355 mil e 184 mil faltas, respetivamente. Acidente em serviço ou doença profissional são as razões apresentadas para mais de 37 mil faltas.

Ao jornal, responsáveis da Saúde apontam que os números traduzem, não só os efeitos da pandemia, como a exaustão que esta provoca em profissionais de saúde, referindo também que uma pessoa infetada pode ter de ficar em casa um mês ou mais até que um teste à Covid-19 dê negativo, para além dos períodos de isolamento após contacto com alguém infetado.

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