Saúde Trofa Saúde “não abdicará” do hospital em construção junto ao Dragão

Trofa Saúde “não abdicará” do hospital em construção junto ao Dragão

“De modo a assegurar a instalação do referido hospital”, o qual “está incluído no [seu] plano de expansão em curso”, o grupo interpôs uma ação judicial, avança o Trofa Saúde, num comunicado em que confirma a informação avançada pelo Negócios.
Trofa Saúde “não abdicará” do hospital em construção junto ao Dragão
Rui Neves 02 de setembro de 2019 às 10:11

O Grupo Trofa Saúde (GTS) "não abdicará da instalação do seu hospital no edifício em construção na Avenida 25 de Abril, no Porto", garante a empresa presidida por António Vila Nova, em comunicado enviado ao Negócios, esta segunda-feira, 2 de setembro.

 

"O hospital em causa está incluído no plano de expansão em curso, sendo um projeto estratégico para o Grupo Trofa Saúde e de fundamental importância para a freguesia de Campanhã e, consequentemente, para a cidade do Porto", enfatiza o GTS, num curto texto que surge na sequência do trabalho publicado no Negócios, onde se dá conta que o grupo intentou uma ação em tribunal para garantir esse objetivo.

 

"De modo a assegurar a instalação do referido hospital, o Grupo Trofa Saúde interpôs uma ação judicial a 2 de maio de 2019, que corre junto do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, sob o número 2420/19.8T8BRG", confirma o GTS, sem nada avançar sobre o conteúdo desta ação.

 

"Ficam, pois, todos os ‘stakeholders’ informados que o Grupo Trofa Saúde irá manter inalterado o seu plano de expansão, assegurando a abertura de um hospital privado diferenciado, com cuidados de saúde de inegável qualidade, na freguesia de Campanhã, cidade do Porto", remata o GTS.

 

De acordo com a petição inicial, a que o Negócios teve acesso e revela na sua edição desta segunda-feira, o GTS interpôs esta ação judicial para anular o que classifica de "simulação" de negócio, exigindo o cumprimento do contrato relativo ao hospital em construção junto ao Estádio do Dragão, ou o pagamento de uma indemnização de 2,5 milhões de euros.

 

O GTS acusa a construtura ABB e a Bragaparques de "conluio" e "trafulhice".




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