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Mercado chinês beneficia construtoras de carros de luxo

A produtora da Mercedes-Benz reviu em alta a previsão de lucros operacionais para 2010 depois das vendas terem crescido no mercado chinês e norte-americano.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 27 de Julho de 2010 às 13:02
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A segunda maior produtora de carros de luxo do mundo estima agora um lucro operacional de 6 mil milhões de euros e não de 4 mil milhões de euros como indicavam as anteriores previsões.
Esta revisão em alta ocorre depois das vendas da empresa terem aumentado, durante o segundo trimestre, no mercado chinês e norte-americano.

A subida das vendas permitiu à empresa atingir lucros de 1,3 mil milhões de euros no segundo trimestre do ano. Este valor compara com um prejuízo de 1,1 mil milhões de euros no mesmo período do ano passado e superou as estimativas dos analistas que antecipavam um resultado de 1,03 mil milhões de euros.

"A Daimler saiu da crise mais rápido do que os concorrentes e as suas margens já estão no nível máximo, comparáveis com os anos de crescimento que antecederam a crise", comentou um analista da Equinet à agência Bloomberg.

A Daimler e as rivais BMW e Audi estão a beneficiar do aumento da procura na China e nos Estados Unidos. Tal como a Daimler, também a BMW elevou as suas previsões para 2010.

A construtora alemã estima que as vendas vão crescer 10% para 1,4 milhões de veículos e que
A Daimler saiu da crise mais rápido do que os concorrentes e as suas margens já estão no nível máximo, comparáveis com os anos de crescimento que antecederam a crise.

Analista da Equinet
a margem operacional vai superar os 5%.

As três empresas estão também a aumentar o número de trabalhadores e de turnos. A Daimler contratou 1.800 trabalhadores temporários e criou um novo turno aos Sábados em algumas fábricas.

A Audi também criou novos turnos e a BMW contratou cinco mil novos trabalhadores temporários.

A venda de veículos comerciais da Daimler também aumentou durante o segundo trimestre. Os lucros operacionais desta unidade atingiram os 300 milhões de euros, o que compara com um prejuízo de 604 milhões de euros no mesmo período do ano passado.



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