Automóvel Portugueses são os mais entusiastas com carros elétricos

Portugueses são os mais entusiastas com carros elétricos

Praticamente nove em cada dez portugueses tem uma atitude positiva quanto aos carros elétricos. O preço dos veículos e a autonomia são os principais obstáculos para que decidam comprar um veículo deste tipo.
Portugueses são os mais entusiastas com carros elétricos
Bruno Simão
Pedro Curvelo 22 de outubro de 2019 às 15:23

Quase nove em cada dez portugueses tem uma atitude positiva quanto aos carros elétricos, muito acima da média de 61% registada no conjunto dos 16 países onde a LeasePlan, empresa de gestão de frotas e "renting", realizou um estudo sobre mobilidade, divulgado esta terça-feira, 22 de outubro.

Questionados sobre a atitude em relação aos carros elétricos, 87% dos portugueses indicaram que esta é positiva ou muito positiva. Para 8% dos inquiridos a atitude é neutra e apenas 5% vê estes veículos de forma negativa ou muito negativa.

No conjunto dos 16 países onde decorreu o estudo – 15 países europeus e os EUA – a atitude é positiva para 61% dos inquiridos, neutra para 28% e negativa para os restantes 11%.

E em relação à atitude face aos automóveis elétricos há três anos, 72% dos portugueses dizem que esta passou a ser mais positiva, um valor apenas superado pela Turquia, onde 75% dos inquiridos dizem ver estes veículos com "melhores olhos". A média nos 16 países é de 47% de evolução positiva.

Entre as pessoas que pretendem comprar um automóvel, mais de metade (51%) dos portugueses dizem que provavelmente ou quase de certeza irão optar por um veículo elétrico. Apenas os turcos (57%) e gregos (53%) apresentam uma maior intenção de compra destes carros. A média geral é de 36%.

Quanto às razões para comprar um carro elétrico, os portugueses apontam a redução nas emissões de CO2, citada por 70% dos inquiridos, os baixos custos de funcionamento (66%) e as menores emissões de óxidos de nitrogénio (NOx) são referidas por 50%.

Já entre os inquiridos que pretendem comprar um automóvel nos próximos cinco anos mas não um carro elétrico, as principais razões avançadas pelos portugueses são o preço de compra (68%), a autonomia de condução limitada (67%) e as possibilidades de carregamento insuficientes (53%).

O estudo foi elaborado pela LeasePlan em conjunto com a Ipsos, empresa de estudos de mercado.




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