Automóvel SAG reduz prejuízos trimestrais para um milhão de euros

SAG reduz prejuízos trimestrais para um milhão de euros

A SAG registou prejuízos de um milhão de euros no primeiro trimestre deste ano, valor que comprara com perdas de 6,67 milhões de euros nos primeiros três meses de 2018.
SAG reduz prejuízos trimestrais para um milhão de euros
Pedro Curvelo 31 de maio de 2019 às 19:10
A SAG - Soluções Automóveis Globais encerrou o primeiro trimestre deste ano com prejuízos de um milhão de euros, um valor que compara com os 6,67 milhões de euros de perdas registado nos primeiros três meses de 2018, indicou esta sexta-feira a empresa liderada por João Pereira Coutinho (na foto) em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O volume de negócios caiu 25,7%, cifrando-se em 116,3 milhões de euros, enquanto o EBITDA situou-se em 2,6 milhões de euros, sem reclassificação para operações descontinuadas. No primeiro trimestre do ano passado o EBITDA tinha se cifrado em 3,6 milhões de euros negativos.

Já a dívida líquida situava-se nos 68,7 milhões de euros, menos 200 mil euros do que o valor reportado a 31 de dezembro de 2018.

A SAG assinala que as vendas de veículos pela subsidiária SIVA caíram 27,9%, o que a empresa justifica com a "forte redução do volume relativo ao negócio de "Rent-a-Car" devido à margem reduzida deste canal e ao elevado risco envolvido ("Buy Backs") e com a eliminação do volume de "self registration" (viaturas matriculadas para venda em períodos subsequentes), devido ao elevado nível de descontos e de necessidade de fundo de maneio que este tipo de venda envolve".

João Pereira Coutinho, que através da SIVA tem distribuído marcas do grupo Volkswagen, anunciou a 30 de abril o lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a empresa.

 

Esta OPA surgiu na sequência de uma complexa operação que pressupõe a saída da SAG do setor automóvel e a venda da SIVA, a Soauto e a Globalrent à Porsche Holding Gesellschaft. Um negócio efetuado por 1 euro e que tem o apoio dos bancos credores da empresa automóvel, que com esta operação garantem o pagamento de parte da dívida. 




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