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Administradores da CGD não têm "nenhuma responsabilidade" no processo da CMVM

CGD considera que “nenhuma responsabilidade contra-ordenacional pode ser assacada aos administradores” no âmbito do processo da CMVM, tendo já apresentado a sua defesa.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 22 de Julho de 2010 às 16:50
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) acusou Francisco Bandeira, actual vice-presidente da CGD, e Armando Vara, que já ocupou aquele cargo, de terem tido conhecimento de irregularidades de aberturas de contas e concessão de crédito no âmbito de três ofertas públicas de venda (OPV) e de nada terem feito para as impedir. Em causa está a compra, através de créditos, de acções da REN, da Galp e da Martifer.

A notícia foi avançada hoje pelo “Público”, e esta tarde a CGD reagiu em comunicado, considerando que não poderá ser imputado aos administradores responsabilidades.

No comunicado, a Caixa adianta que, em 2007, “detectou irregularidades numa agência de Lisboa, na abertura de contas e concessão de crédito no âmbito de três OPV” e comunicou a situação à CMVM, ao Banco de Portugal e ao Ministério Público.

“A CGD já apresentou a sua defesa, na qual expôs as razões pelas quais entende não lhe poder ser assacada qualquer responsabilidade por contra-ordenação, prosseguindo, agora, o processo os seus restantes termos legais, até à decisão da CMVM”, revela o mesmo comunicado.

O banco adianta que “confia que nenhuma responsabilidade contra-ordenacional possa ser assacada aos respectivos administradores, que sempre pautam a sua actuação, de modo impostergável, de acordo com os ditames da boa fé, das boas práticas e da lei”.

E salienta que “sempre pugnou, e continuará a pugnar, pela intransigente observância dos mais elevados padrões de integridade, diligência, lealdade e transparência”.

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