Banca & Finanças António Varela: “Não me identifico com a política e a gestão do Banco de Portugal”

António Varela: “Não me identifico com a política e a gestão do Banco de Portugal”

António Varela demitiu-se do Banco de Portugal por “não se identificar o suficiente com a política e a gestão” da instituição. Foi esta a razão apresentada pelo gestor na carta de demissão entregue a Carlos Costa e ao Governo.
António Varela: “Não me identifico com a política e a gestão do Banco de Portugal”

"Não me identifico o suficiente com a política e a gestão do Banco de Portugal". Foi esta a razão apresentada por António Varela para se demitir do lugar de administrador da entidade de supervisão, de acordo com a carta que entregou ao governador e ao Governo, segundo apurou o Negócios.

 

O administrador cessante do Banco de Portugal, ao que o Negócios apurou, não apontou qualquer razão concreta para sair da entidade liderada por Carlos Costa. Terá sido um acumular de situações que levou à demissão de António Varela que, neste momento, terá chegado à conclusão que já não estavam reunidas as condições para continuar na entidade de supervisão.

António Varela foi nomeado administrador do Banco de Portugal em Setembro de 2014, por escolha de Maria Luís Albuquerque. Na altura, a ministra das Finanças defendeu que "a supervisão não podia ter melhor titular do que o dr. António Varela".

Esta segunda-feira, 7 de Março, António Varela apresentou demissão, o que já foi confirmado pelo Banco de Portugal que, numa breve nota, informou que "o administrador Dr. António Varela transmitiu hoje ao conselho de administração a sua renúncia ao mandato de administrador do Banco de Portugal, apresentada pelo próprio ao Governo, nos termos previstos na lei"




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