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Banco Central Europeu estende teletrabalho até ao final do ano

O banco central do Velho Continente tem 3.500 funcionários em toda a Europa, com mais de metade a concentrarem-se na faixa etária dos 31 aos 47 anos. 

A entidade liderada por Christine Lagarde anunciou, na semana passada, um programa de 750 mil milhões.
Kai Pfaffenbach/Reuters
Negócios com Bloomberg 03 de Agosto de 2020 às 15:22
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O Banco Central Europeu (BCE) decidiu que os respetivos trabalhadores deveriam passar a trabalhar a partir de casa até ao final de 2020, três meses adicionais em relação ao que havia sido inicialmente previsto.

A informação está a ser avançada pela Bloomberg com base em pessoas próximas do assunto na instituição. A motivar esta decisão está a resiliência da pandemia de coronavírus, que continua a assolar a Europa.

Apesar destas novas orientações, o BCE quis tornar claro que o teletrabalho ainda está a ser visto como uma alternativa e não como uma política efetiva de trabalho. 

Contactada, a instituição não quis tecer comentários dentro do prazo avançado pela agência de comunicação, mas fonte oficial concedeu que "tendo tido experiências positivas com o teletrabalho, o BCE vai optar pela precaução sempre que tiver de decidir acerca do regime de teletrabalho". Atualmente, aqueles que considerem ter razões que justifiquem a deslocação ao escritório, também são livres de o fazer. 

De momento, a pandemia está a ditar cerca de 1 milhão de novos casos a cada quatro dias, e, em algumas partes do mundo, os governos tiveram de voltar a impor medidas de isolamento social. A Alemanha, o país que dá casa ao BCE, também tem visto aumentos nos casos.

O banco central do Velho Continente tem 3.500 funcionários em toda a Europa, com mais de metade a concentrarem-se na faixa etária dos 31 aos 47 anos.
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