Banca & Finanças Banco de Portugal escolheu Fosun e não Apollo para negociar Novo Banco

Banco de Portugal escolheu Fosun e não Apollo para negociar Novo Banco

Foi o conglomerado chinês Fosun, e não a norte-americana Apollo, o candidato escolhido para a próxima ronda negocial na venda do Novo Banco, depois do fracasso das negociações com a Anbang. A gestora de “private equity” ainda pode ser o terceiro finalista a sentar-se à mesa das negociações.
Banco de Portugal escolheu Fosun e não Apollo para negociar Novo Banco

O próximo candidato à compra do Novo Banco com quem o Banco de Portugal quer negociar é o conglomerado chinês Fosun, que já controla a Fidelidade, e não a Apollo, confirmou o Negócios. Foi esta a decisão tomada pela entidade liderada por Carlos Costa, depois do fracasso das conversações com a Anbang.

 

O grupo liderado por Guo Guangchang foi um dos três candidatos que apresentou uma oferta vinculativa para a compra do banco de transição. A sua proposta continua válida e foi a segunda a ser seleccionada pela entidade liderada por Carlos Costa.

 

Já a oferta apresentada pela Apollo, a única a ser melhorada no âmbito da terceira fase deste processo, será a terceira a ser alvo de negociações, no caso de a Fosun e o Banco de Portugal não chegarem a acordo.

Os chineses da Anbang saíram da corrida pelo Novo Banco, depois de o Banco de Portugal não ter chegado a acordo com a seguradora. "O Banco de Portugal informa que terminou ontem o período de negociação com o potencial comprador que havia sido seleccionado para a Fase IV do procedimento relativo à alienação do Novo Banco", indica o comunicado publicado pouco depois das 11h de 1 de Setembro, 11 horas depois de encerrado o prazo para as negociações directas entre o Banco de Portugal e o primeiro qualificado para ficar com a instituição financeira, os chineses da Anbang. 



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