Banca & Finanças Banif "desmente categoricamente" notícia sobre intervenção no banco

Banif "desmente categoricamente" notícia sobre intervenção no banco

O banco liderado por Jorge Tomé "reafirma que se encontra actualmente em curso, em articulação com as autoridades responsáveis, um processo aberto e competitivo de venda da posição do Estado Português no Banif".
Banif "desmente categoricamente" notícia sobre intervenção no banco
Negócios 14 de dezembro de 2015 às 07:34

O Banif emitiu esta madrugada um comunicado na CMVM para "desmentir categoricamente" a notícia avançada na última noite pela TVI que, entre outras informações, avançava que "está tudo preparado para o fecho do Banco" e que o banco "poderá ser intervencionado esta semana".

 

O banco liderado por Jorge Tomé classifica estas informações de "falsidades (…) que não só não correspondem à verdade como não têm qualquer espécie de fundamento".

 

No mesmo comunicado, o Banif reafirma, tal como tinha anunciado a 11 de Dezembro, que "se encontra actualmente em curso, em articulação com as autoridades responsáveis, um processo aberto e competitivo de venda da posição do Estado Português no Banif, no qual se encontram envolvidos diversos investidores internacionais". Daí que "qualquer cenário de resolução ou imposição de uma medida administrativa não tem qualquer sentido ou fundamento".

 

Também em reacção à notícia da TVI, o Ministério das Finanças emitiu um comunicado, já depois das 00h00, onde afirma que o Banif tem em curso "um processo de venda nos mercados internacionais", que "o Governo acompanha". A nota emitida pelo gabinete de Mário Centeno afirma que o objectivo no Governo nesta matéria passa por "garantir a confiança no sistema financeiro, a plena protecção dos depositantes, as condições de financiamento da economia e a melhor protecção dos contribuintes".

 

No comunicado do Banif, que foi emitido pouco depois da nota das Finanças, o banco liderado por Jorge Tomé "lamenta" que a TVI tivesse avançado com a referida notícia, uma vez que a gravidade das informações tem "imprevisíveis consequências". Daí que "não deixará de apurar em sede judicial toda a responsabilidade dos autores de tais ‘notícias’ e dos que contribuíram para a sua propagação, na defesa dos melhores interesses dos seus clientes, colaboradores e accionistas".

(corrige no lead o nome do CEO do banco)




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