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BCE terá que contratar 2 mil trabalhadores para implementar união bancária

Banco central terá que duplicar a sua força de trabalho para reforçar os meios de supervisão do sistema financeiro europeu, sem colocar em causa a sua reputação.

Mario Draghi, presidente do BCE
Negócios 05 de Fevereiro de 2013 às 10:02
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O Banco Central Europeu terá que contratar cerca de 2 mil trabalhadores, duplicando a sua força de trabalho, para colocar em prática a união bancária, que vai dar ao BCE poderes reforçados de supervisão sobre o sistema financeiro.


A notícia é avançada pelo Financial Times, que cita um estudo confidencial do BCE. Este recomenda que o BCE avance rapidamente para a contratação destes empregados, de modo a que fique com os recursos suficientes e tenha a capacidade adequada de colocar em prática o novo papel de supervisor do sistema financeiro, sem danificar a sua reputação.

 

As linhas gerais da união bancária na Zona Euro foram já aprovadas pelos líderes europeus e deverá arrancar no início de 2014. O estudo recomenda ainda que os responsáveis com a nacionalidade dos bancos escrutinados pelo BCE se abstenham quando em causa estejam decisões tomadas sobre esses bancos.

 

O número de trabalhadores sugerido pelo estudo situa-se bem abaixo do já adiantado pelo BCE, que tem dado conta que precisa de contratar entre 500 a mil trabalhadores para assumir a supervisão dos maiores bancos europeus. O estudo, efectuado pela consultora Promontory Financial Group, aponta para a contratação de 1.997 trabalhadores até 2017, altura em que o BCE deverá ter a responsabilidade de supervisionar directamente 130 bancos. 

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