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Carlos Costa volta a defender reestruturação que liderou na Caixa em Espanha

O agora governador do Banco de Portugal voltou a dizer que, enquanto foi responsável pela área internacional da Caixa Geral de Depósitos, conseguir dar-lhe "a volta".

Bruno
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 28 de Julho de 2016 às 16:48
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Carlos Costa voltou a defender, desta vez no Parlamento, a operação da Caixa Geral de Depósitos em Espanha que liderou enquanto administrador responsável pela área internacional.

 

"Tive o desafio de reestruturar uma operação bancária que a Caixa Geral de Depósitos tinha em Espanha. Deu-se a volta à operação, foi reestruturada, dimensionada", indicou. Em 2005, ano que entrou para a instituição, "deu lucros e continuou a dar". Em 2006, saiu para o Banco Europeu de Investimento.

 

Carlos Costa falava da filial, Banco Caixa Geral, e não da sucursal, para onde forma transferidos créditos mais tóxicos.

 

Sobre as operações de crédito concedidas em Espanha, Carlos Costa não quis fazer comentários, dizendo que desconhece o seu "racional. Mas sublinhou que eram da sucursal e não da filial. A sucursal foi a entidade para onde foram transferidos créditos tóxicos.

 

Na semana passada, e na sequência de um trabalho da revista Sábado que falou de perdas de 1.000 milhões de euros do grupo português em Espanha, Carlos Costa tinha já argumentado que, enquanto foi responsável por aquela área, tudo estava a correr bem. Depois, veio a crise mundial e a imobiliária em Espanha.

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