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Castro Henriques diz que "foi feita justiça"

Castro Henriques, o único dos antigos gestores do BCP acusado pelo Ministério Público que foi ilibado pela juíza de instrução, diz-se "muito satisfeito" com a decisão de não pronúncia.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 27 de Julho de 2010 às 17:31
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António Castro Henriques, o único dos cinco ex-administradores do BCP que não vai ser julgado pelos crimes de que estava acusado pelo Ministério Público, considera que “foi feita justiça”, pelo facto de a juíza de instrução ter decidido não o pronunciar.

“Estou muito satisfeito e muito grato ao trabalho dos meus advogados, os drs. Magalhães Cardoso e Sofia Ribeiro Branco. Fui acusado com base em indícios e a instrução permitiu-me demonstrar” que não deveria ser julgado, afirmou ao Negócios.

O gestor manifestou ainda a convicção de que a decisão do Tribunal de Instrução Criminal será útil na impugnação dos processos de contra-ordenação em que está acusado pelo Banco de Portugal e pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

“Não conheço a totalidade da sentença, uma vez que a juíza só leu as conclusões. Mas, pelo que ouvi, creio que nas conclusões há matéria que me ajudará a contestar as decisões do BdP e da CMVM”, adiantou Castro Henriques.

Sobre a decisão da juíza do TIC relativa aos restantes quatro antigos administradores do BCP, o gestor optou por não fazer comentários. “Quanto ao processo e aos meus ex-colegas, não devo declarar nada”, limitou-se a responder.

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