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CEO da JPMorgan defende que líderes das empresas não devem dar orientações sobre lucros

Jamie Dimon, CEO do JPMorgan, considera que os líderes devem abster-se de dar orientações sobre os lucros. Disse mesmo que “nem sequer me interessam os resultados trimestrais”. Porém, “está muito contente” com os últimos resultados.

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Jamie Dimon to CEOs 'Don’t Make Earnings Forecasts'
Negócios 19 de Outubro de 2015 às 16:15
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Jamie Dimon, CEO da JPMorgan, deu uma entrevista à Bloomberg TV, onde defendeu que os líderes das empresas não deviam dar orientações sobre os lucros das empresas pois os CEO não podem prever o futuro e devem focar-se no desempenho de longo prazo da companhia.

"Nem sequer me interessam os resultados trimestrais", afirmou. "Os nossos resultados trimestrais são baseados em decisões que foram tomadas durante os últimos cinco ou 10 anos e pelos meus antecessores", acrescentou.

Porém, nesta mesma entrevista disse que estava "muito contente" com os últimos resultados trimestrais da JPMorgan.

Em relação às coimas pagas pelas instituições financeiras ao regulador norte-americano na sequência da crise financeira. "É impossível para um banco lutar contra o Governo norte-americano", afirmou Jamie Dimon, acrescentando que a alternativa seria lutar num tribunal e ter de pagar de qualquer das formas. Defende ainda que os bancos que concederam crédito durante a crise financeira, ajudaram as empresas.

Ainda em relação à regulação nos Estados Unidos, o líder do JPMorgan considera que há muita regulação em determinadas áreas, como é o caso das hipotecas, fazendo falta um sistema regulatório unificado no país.

Em relação à China, que ainda esta segunda-feira, 19 de Outubro, revelou que a sua economia cresceu 6,9% no terceiro trimestre deste ano, Dimon considera que o país tem muitas questões por resolver. Questões essas com as quais a China já está a lidar.

Em relação à Zona Euro, o líder do JPMorgan continua a apoiar o conceito da união monetária. E sobre o crescimento da área do euro, considera que será baixo mas, sustenta, há boas oportunidades de investimento na Europa.

O desequilíbrio no preço das matérias-primas não é uma surpresa, apontou ainda.

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